CTTE

SOBRE

Saiba mais da história da CTTE

CTTE - Centro de Treinamento de Técnicas e Táticas Especiais - RS

Voltado para especialização do profissional de polícia.

Preocupados com o grande número de policiais mortos em serviço nos últimos anos, seus integrantes constataram que na sua maioria estas baixas foram resultado do despreparo, da falta de treinamento adequado e habilidade no manuseio com a arma de fogo.

A partir daí decidiram criar uma instituição voltada para a preparação do profissional da Segurança Pública. O CTTE possui um corpo docente com formação jurídica e especialização internacional em treinamentos de forças policiais, tendo recebido treinamento de grupos táticos policiais e militares atuantes nos EUA, França e Alemanha, bem como por grupos brasileiros especializados em Operações Especiais.

Todas as técnicas aprendidas no exterior aliadas ao conhecimento profissional de trinta anos atuando em órgãos de linha de frente da polícia gaúcha, propiciou a estes profissionais adaptarem à nossa realidade as técnicas empregadas pelos melhores departamentos policiais do mundo.

Vale lembrar ainda, que as técnicas policiais estão em constante mudança, uma vez que a criminalidade tem características mutantes e o profissional de polícia deve estar sempre atualizado para poder combater nesta luta desigual.

Desigual porque neste combate o marginal não segue regras legais, ele faz as suas regras de acordo com a sua necessidade criminosa, enquanto que o policial tem o dever de seguir o regramento jurídico, sob pena de igualar-se ao criminoso. Para tanto, é dever do profissional de polícia estar atualizado nesta matéria para assim poder cumprir com seu dever de dar proteção à sociedade.

Criado no ano de 2000 o CTTE – Centro de Treinamento de Técnicas e Táticas Especiais é na atualidade, uma das empresas mais atuantes na área do treinamento policial no Brasil. Com atividades em todo território nacional o CTTE tem se notabilizado por ministrar cursos nos segmentos de segurança Pública e Privada. Ao longo de seus dezoito anos de existência têm sido responsável pela realização de treinamento para Agentes de Segurança Judiciária de dezoito Tribunais Federais em diversos estados do Brasil, assim como no treinamento de milhares de Policiais Civis, Militares, Guardas Municipais e Militares das Forças Armadas. O CTTE tem por característica a unicidade em seus treinamentos. Com um corpo docente de alta qualificação, destaca-se por manter em seus cursos a mesma qualidade desde sua criação.

O CTTE foi à primeira empresa no Brasil a idealizar e por em pratica, com um sucesso inigualável, em parceria com três Faculdades, os cursos de Pós-Graduação em Operações Especiais Policiais, o qual já se encontra em sua 11º edição, sendo um sucesso de público no meio policial. Também foi responsável pela Criação do Curso de Pós-Graduação em Operações Especiais Penitenciárias, este em sua 2º edição. Somos responsáveis também pela criação de mais dois outros cursos inéditos no meio acadêmico voltados para o segmento privado. Trata-se do curso de Pós-Graduação em Proteção a Autoridades e Pós Graduação em APH Tático.

No Rio Grande do Sul somos a única empresa a possuir como sede própria um Campo de Treinamento, uma área de treinamento exclusiva e incomparável para realização de nossos treinamentos.

Nossos programas de treinamento policial são baseados na experiência de anos de desempenho da atividade policial, por parte de nossos instrutores, bem como em dados científicos produzidos por órgãos internacionais de alta credibilidade, tais como FBI.

Em estudo recente do próprio FBI, publicado em 180 páginas ("Violent Encounters: A Study of Felonious Assaults on Our Nation's Law Enforcement Officers.") que é o terceiro de uma série de longas investigações sobre ataques fatais e não fatais analisadas a partir de um conjunto de mais de 800 incidentes, onde os pesquisadores selecionaram 40 (quarenta), envolvendo 43 (quarenta) infratores, sendo 13 (treze) deles integrantes de gangues ligadas ao tráfico de drogas e 50 (cinquenta) agentes de segurança. Para exploração em profundidade, os pesquisadores visitaram cenas de crime e entrevistaram extensivamente sobreviventes oficiais e agressores da mesma forma, a maior parte dos últimos, ainda na prisão, e dentre várias constatações, consolidaram cientificamente o seguinte:

1. 40% dos policiais mortos em serviço não tiveram reciclagem ou prática de tiro durante três anos após terem efetuado o último disparo em treinamento. Muitos dos que tombaram em serviço eram atiradores precisos em alvos de papel no estande, mas praticavam treinamentos inadequados.

2. 60% dos casos de morte de policiais, estes se encontravam tão despreparados para a situação que morreram sem sequer retirar suas armas dos coldres e 40% morreram mesmo sacando suas armas. Dos policiais mortos, somente 27% conseguiram reagir atirando de volta e destes últimos, menos de 50% conseguiram atingir seus agressores e apenas 30% dos agressores atingidos foram neutralizados. Ou seja, do universo de policiais mortos, menos de 30% chegaram a disparar e apenas cerca de 10% conseguiram acertar seus agressores, sendo que no máximo 3% dos casos, os agressores foram neutralizados.

3. 20% dos policiais mortos casos acabaram sendo executados mortos com suas próprias armas, tomadas de suas mãos ou de seus coldres.

4. 85% dos confrontos armados acontecem em distâncias de no máximo seis metros e o tempo médio dos confrontos armados não ultrapassam três segundos e são disparados mais de dez tiros até que o confronto acabasse.

5. Mais de 60% dos agressores neutralizados conseguem descarregar totalmente suas armas até que sejam neutralizados, e dos disparos realizados por ambos os lados, a cada seis tiros que são efetuados durante o confronto, somente um projétil acerta o corpo do oponente, mas na maioria dos casos não neutralizam o agressor.

6. Aproximadamente 80% dos casos de confrontos armados foram vencidos por quem atirou primeiro, e destes, quase a totalidade foi consequência de já estar com arma na empunhada antes mesmo de visualizar o agressor.

7. 98% dos policiais que sobreviveram disseram não ter utilizado o aparelho de pontaria da arma durante o confronto.

8. 84% dos tiros disparados no confronto armado, independente de calibre, não atingem nem de raspão os alvos desejados. Destes, apenas 8% causam ferimentos ou morte (disparos acertados em regiões que causam destruição de órgãos ou tecidos vitais), os outros 8% restantes são aqueles que mesmo atingindo o alvo não causam danos de acordo com a realidade do fato.

9. Pesquisas médicas comprovam que cerca de 20% dos indivíduos atingidos por um único disparo em áreas vitais não causam incapacitação instantaneamente do agressor, mesmo que na prática, seja uma questão de pouco tempo para que estejam mortos. Cerca de 13% deles resistem conscientemente por até 3 minutos, e 7% resistem por mais tempo, isso se deve às condições psicofísicas do agressor.

10. Dos casos de confrontos analisados em que houve a incapacitação imediata, ou seja, o agressor para de atirar e foi rendido pela polícia, ultrapassou o índice de 80%, e destes menos de 5% o agressor foi a óbito.

Com isso, é possível perceber que nossos programas de treinamento são elaborados baseados em experiências vivenciais, fatos e estatísticas reais, sendo assim darão maior segurança na elaboração da técnica e no desempenho dos procedimentos a serem empregados durante a realidade de uma ocorrência policial. Propiciando assim uma maior segurança ao aluno, o qual, após a realização de nossos treinamentos, com certeza terá um ganho real de habilidade e conhecimento para efetuar seu trabalho com segurança e determinação.

Sabedores de que nosso sucesso depende única e exclusivamente da qualidade de nosso trabalho continuaremos a levá-lo sempre com a mesma qualidade a qualquer canto do Brasil e exterior, onde formos convidados. Por isso temos um lema.

“Não existe situação de crise que não possa ser resolvida, somente o treinamento lhe dará o condicionamento necessário para poder enfrentá-la – Venha treinar com a gente.”

Nossas instalações são amplas e modernas

Instalado em um prédio de dois andares com aproximadamente 320m², o CTTE coloca à disposição de seus alunos três salas de aula climatizadas com capacidade para formação simultânea de até 150 alunos, além de recepção, sala de reuniões e sala da diretoria.

Estamos crescendo para melhor atendê-lo.

Campo de Treinamento - CTTE

Com sede própria, localizada na Estrada da Boa Vista, 2003, bairro Belém Novo/Porto Alegre. Uma área exclusiva para treinamento policial: Casa de tiro com 7 ambientes e possibilidade de criação de várias situações e cenários para realização de CQB com tiro real, medindo 200m², com corredor escadaria e mezanino.

Três linhas de tiro com capacidade para pouso de helicóptero e tiro embarcado em aeronave, vestiário, pista de estresse físico e sala de aula com 64m².

Casa de matar - CTTE

Localização | Campo de Treinamento - CTTE

Estrada da Boa Vista, 2003, bairro Belém Novo - Porto Alegre/RS

CONHEÇA OS NOSSOS

INSTRUTORES

HERCULANO
Marcelo Herculano - Sub Oficial Fuzileiro Naval, Enfermeiro Operativo da Marinha do Brasil - COREN DF 400.277
BINI
Médico Combatente no Exército dos Estados Unidos e Policial no Estado do Texas. Tem formação de paramédico pelo Centro Médico de Exército dos Estados Unidos e é instrutor de Atendimento Pré-Hospitalar Tático.
EVANDRO
- Summer Training Camp, Semanas A, B e C, WSKO-HOMBU, Tadotsu, JAPÃO. - I Curso Tripulante de Helicóptero do RS, CORE/RJ. - Spring Training Camp, Semanas A, B, C e D, WSKO- HOMBU, Tadotsu, JAPÃO. - Summer Training Camp, Semanas A,B e C, WSKO-HOMBU, Tadotsu, JAPÃO. - Brazilian Regional Study Session, Porto Alegre, Bras
VINICIUS
Instrutor chefe e fundador do CTTE Centro de Treinamento de Técnicas e Táticas Especiais POA/RS 2001
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